Nesta nossa última
deslocação, desta fase preliminar, fomos ao Seixal para defrontar a equipa
local e encontramos um adversário difícil, com jogadores altos e fisicamente
fortes e alguns com uma técnica superior à da média.
A história do jogo
ficou logo traçada no primeiro período. Não soubemos “ler” o sistema de jogo do
adversário, que implicava da parte da nossa defesa atenção às ajudas para
contrariar os bloqueios, e o nosso oponente no final deste período já tinha uma
vantagem superior a 10 pontos.
A partir daqui, ainda
que tivéssemos ganho o parcial do segundo período (já houve mais atenção às
ajudas defensivas), o Seixal foi gerindo a vantagem e para o final foi
aumentando a diferença pontual que se cifrou em 20 pontos (65 – 45).
Foi o pior jogo que
jogamos desde o início da época, já que cometemos cerca de 20 “turnovers”
maioritariamente devido a maus passes e a algum exagero nas fintas com
“crossover”. No ataque pecamos por concentrar os nossos jogadores junto ou
dentro do “garrafão” (com alguns “autobloqueios”) o que facilitou a tarefa à
defesa, pois como se sabe o ataque necessita de espaço para ser eficaz e, por
outro lado, exageramos no drible para as entradas ao cesto (o que indica ao
adversário qual a nossa intenção), enquanto que o nosso adversário, quando
entrava no nosso meio campo, pouco driblava, optando mais pela circulação de
bola procurando a melhor opção de ataque. Também houve da nossa parte, em
relação aos jogos anteriores, menor aproveitamento das situações de (aparente)
fácil concretização.
No final, cansados,
tivemos dificuldade em contrariar a pressão alta do nosso adversário que até
então jogara como nós, com defesa HxH a meio campo, pois raramente optamos pelo
passe longo para quem fugia à sobremarcação para aproveitar os espaços livres.
Apesar desta derrota
continuamos a depender de nós para aspirarmos a jogar na série A, o que cremos
que será possível se jogarmos ao nosso nível habitual.
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